Especialista em Gengiva · Divinópolis MG
Sua gengiva está
dando um aviso.
Gengiva sangrando? Dente bambo? Raiz exposta? Mau hálito que não passa? Gengiva descendo? O periodontista é o especialista em gengiva — e o Dr. Luís Morato atende em Divinópolis MG com mais de 25 anos de experiência e especialização em Periodontia, Endodontia e Implantodontia pela UFMG. Do diagnóstico ao tratamento definitivo — no mesmo consultório.
A especialidade que
protege o que sustenta
seus dentes
A Periodontia é a especialidade odontológica que cuida de todas as estruturas de sustentação dos dentes: gengiva, osso alveolar, cemento radicular e ligamento periodontal. Em resumo: é a especialidade que mantém seus dentes onde eles devem estar.
A doença periodontal é, segundo a Organização Mundial da Saúde, a segunda condição bucal mais prevalente do planeta — perdendo apenas para a cárie. Mais de 1 bilhão de pessoas no mundo têm alguma forma de doença periodontal. E a maioria não sabe.
Se você chegou aqui
por um desses
sintomas, é aqui.
A maioria dos nossos pacientes não sabe o nome da doença quando busca ajuda. Pesquisa o sintoma — e encontra a gente.
Clique no sintoma que você identificou para entender o que é, o que causa e o que fazer.
Sintomas de urgência
O que é: Sangramento na gengiva ao escovar ou usar o fio dental é o sinal mais clássico de gengivite — a fase inicial e reversível da doença periodontal. Gengiva saudável nunca sangra. Jamais normalize esse sintoma.
O que fazer: Agende uma consulta periodontal. Com raspagem profissional e orientação de higiene correta, o sangramento desaparece em poucas semanas na maioria dos casos.
O que é: Dente bambo ou mole é sinal de periodontite avançada. O osso que sustenta o dente foi destruído pela infecção. O dente perdeu suporte e começou a se mover.
O que fazer: Não espere. Quanto mais tempo sem tratamento, mais osso é perdido e menor a chance de salvar o dente. Com tratamento periodontal adequado, muitos dentes considerados "perdidos" podem ser recuperados.
O que é: Recessão gengival — a gengiva recuou e expôs a raiz do dente. Os dentes parecem "maiores" visualmente. A raiz exposta fica hipersensível ao frio, ao quente e ao doce, e é vulnerável à cárie radicular.
O que fazer: Enxerto de tecido conjuntivo — o padrão-ouro mundial para cobrir raízes expostas. Resultado estético e funcional definitivo na maioria dos casos. Quanto antes tratar, maior a área de cobertura possível.
O que é: Halitose crônica de origem periodontal. As bactérias das bolsas gengivais produzem gases de enxofre com odor intenso. Bochecho mascara, mas não resolve. 90% dos casos de mau hálito vêm da boca — não do estômago.
O que fazer: Tratar a doença periodontal. Com a raspagem e o controle das bactérias das bolsas periodontais, o mau hálito de origem gengival melhora significativamente ou desaparece.
O que é: Recessão gengival — causada por escovação muito forte, periodontite, predisposição genética, bruxismo ou envelhecimento. A gengiva que desce raramente sobe sozinha. Precisa de intervenção.
O que fazer: Antes de tudo, identificar e controlar a causa. Depois, avaliar se há indicação de enxerto gengival para recolocar a gengiva no lugar e proteger a raiz exposta.
O que é: Tártaro (cálculo dental) é a placa bacteriana que endureceu. Não sai com escova nem com fio dental — só com ultrassom ou instrumentos profissionais. Quanto mais acumula, mais irrita e inflama a gengiva.
O que fazer: Limpeza periodontal profissional (raspagem com ultrassom) e orientação de higiene para evitar o acúmulo. Em casos de tártaro subgengival (abaixo da gengiva), é necessária raspagem subgengival com anestesia.
O que é: Inflamação gengival ativa — gengivite ou o início da periodontite. Gengiva saudável é rosada, firme e não dói. Vermelha e inchada é sinal de bactérias proliferando na margem gengival.
O que fazer: Se acompanhada de dor intensa, pode ser abscesso periodontal — situação de urgência. Se crônica e sem dor forte, agende avaliação. Comprimido e bochecho não resolvem sem remover a causa.
O que é: Hipersensibilidade dentinária — quase sempre causada por recessão gengival com raiz exposta. A raiz não tem esmalte, e os túbulos dentinários expostos transmitem o estímulo térmico diretamente para o nervo.
O que fazer: Tratar a causa — cobrir a raiz com enxerto gengival. Dessensibilizantes (géis, vernizes, pastas específicas) aliviam temporariamente, mas a sensibilidade volta se a raiz continuar exposta.
O que é: Abscesso periodontal ou fístula — uma coleção de pus por infecção ativa da gengiva ou da raiz. A "bolinha" que "estoura e passa" volta enquanto a infecção não for tratada.
O que fazer: Avaliação urgente. Não perfure, não esprema. O tratamento envolve drenagem pelo periodontista, raspagem da bolsa e em alguns casos antibiótico como adjuvante.
O que é: Triângulos negros — perda da papila gengival (o triangulinho rosado entre os dentes). Causado por periodontite, recessão gengival ou tratamento ortodôntico que separou os dentes sem trazer a gengiva.
O que fazer: Avaliar a causa. Em casos periodontais, tratar a doença primeiro. Em alguns casos, enxerto de tecido conjuntivo pode reconstruir parcialmente a papila. Em outros, a solução é restauradora (facetas ou resina).
O que é: Sorriso gengival — exposição excessiva da gengiva ao sorrir (geralmente mais de 3–4 mm). Na maioria dos casos causado por erupção passiva alterada: os dentes não emergiram completamente e ficaram cobertos por gengiva em excesso.
O que fazer: Cirurgia de correção do sorriso gengival — gengivectomia ou alongamento coronário com remodelação óssea. Resultado definitivo e transformador. O sorriso muda completamente.
O que é: Melanose gengival — escurecimento por excesso de melanina. Comum em pessoas de pele mais escura e fumantes. É uma variação fisiológica, não uma doença. Mas pode causar desconforto estético em quem sorri e mostra as gengivas.
O que fazer: Despigmentação gengival — procedimento cirúrgico ou a laser que remove o excesso de melanina e deixa a gengiva uniformemente rosada. Resultado estético significativo.
O que é: Quando um dente é extraído sem substituição, o dente oposto começa a "descer" (supraerupção) — acontece em 92% dos casos. Os dentes vizinhos se inclinam para o espaço. A mordida muda, criando forças anormais nos dentes restantes. Em presença de periodontite, esse trauma oclusal acelera a destruição óssea.
O que fazer: Avaliar com urgência o estado dos dentes vizinhos e do osso remanescente. O osso reabsorve até 25% do volume no primeiro ano sem substituição. Quanto mais tempo, mais complexo e caro fica o implante. Planejar a reabilitação com implante — ou ao menos uma prótese parcial — para estabilizar a situação.
O que é: O bruxismo aplica forças muito superiores às da mastigação — é uma forma de trauma oclusal crônico. Em periodonto doente, acelera a destruição óssea e piora o prognóstico. Pacientes com bruxismo e periodontite têm resposta mais difícil ao tratamento.
O que fazer: O tratamento periodontal deve incluir avaliação oclusal. Placa de proteção (goteira) e ajuste oclusal são parte do plano de tratamento. Controlar o bruxismo é condição para o sucesso das cirurgias periodontais.
Dr. Luís Morato —
Periodontista pela UFMG
Formado pela Faculdade de Odontologia de Itaúna (1999), com especialização em Endodontia e Implantodontia pela UFMG e Periodontia pelo CEO-IPSEMG. A combinação dessas três especialidades é rara e permite uma visão 360° da saúde bucal do paciente — do periodonto ao implante.
O protocolo de diagnóstico segue as diretrizes da Sociedade Brasileira de Periodontologia e da Federação Europeia de Periodontia (EFP) — as mesmas adotadas nos centros de referência de Paris, Roma, London e Madrid. Sondagem periodontal completa, radiografias periapicais, avaliação de risco e plano de tratamento individualizado.
1 bilhão de pessoas.
A maioria não sabe.
A doença periodontal afeta mais de 1 bilhão de pessoas no mundo. A periodontite severa — a forma mais grave — acomete 11% da população adulta global, segundo a Organização Mundial da Saúde. Na Espanha, 1 em cada 3 adultos tem alguma forma da doença. No Brasil, a realidade é similar.
O problema? Ela avança em silêncio. Não dói na fase inicial. Não incha visivelmente. O osso vai sendo destruído devagar — e quando o paciente percebe, o dano já é significativo. Por isso o diagnóstico precoce é tudo.
Fontes: OMS · EFP · Consejo General de Dentistas de España · SEPA · The Economist Intelligence Unit
"Não prevenir e não tratar a periodontite custa, em 10 anos, o equivalente a dezenas de bilhões em doenças sistêmicas associadas, perda de produtividade e tratamentos complexos."
The Economist Intelligence Unit · Federação Europeia de Periodontia (EFP) · 2021
O aviso que
sua gengiva está dando
A gengivite é a inflamação inicial da gengiva — provocada pelo acúmulo de placa bacteriana e tártaro na margem gengival. A gengiva fica vermelha, inchada e sangra ao escovar ou passar o fio dental. É dolorida ao toque. E é completamente reversível — desde que tratada.
A boa notícia: a gengivite não destrói osso. Ela ainda está confinada ao tecido gengival. Com raspagem supragengival profissional e orientação de higiene personalizada, a gengiva volta ao normal em poucas semanas. A má notícia: sem tratamento, ela evolui para periodontite.
"Parei de escovar
porque estava sangrando."
Esta frase chega ao consultório quase todo dia. E é exatamente o contrário do que deveria ser feito.
O que a maioria faz
(e piora tudo)
A gengiva sangra ao escovar. A pessoa conclui: "a escova está me machucando." Então evita escovar aquela região — ou para completamente.
Sem escovação, a placa bacteriana se acumula ainda mais. A inflamação aumenta. A gengiva sangra mais. A pessoa escova menos ainda. E assim a gengivite avança — silenciosamente — em direção à periodontite.
O resultado: a gengiva que poderia ter sido salva com uma simples orientação de higiene evolui para periodontite — e aí o tratamento fica muito mais complexo e caro.
O que você deve fazer
(com equilíbrio)
O sangramento não é da escova — é da inflamação. A escova é a solução, não o problema. Remover a placa bacteriana da margem da gengiva é exatamente o que vai reduzir a inflamação e parar o sangramento.
Escove a região afetada por 3 dias seguidos, de forma correta. Vai sangrar. Pode incomodar. Mas continue — com cuidado. Em poucos dias, à medida que a placa vai sendo removida, a inflamação cede e o sangramento diminui progressivamente.
Resultado esperado: sangramento diminuindo do 1º ao 3º dia. Gengiva voltando ao rosado. Se não melhorar em 1 semana, agende — pode precisar de raspagem profissional.
Atenção — equilíbrio é tudo
Mais não é sempre melhor.
Cuidado com o extremo oposto.
Já atendi um paciente que, ao ouvir que deveria escovar mais a região, passou a escovar com tanta força que causou recessão gengival — a gengiva foi embora da pressão excessiva. Saiu de um problema para outro.
A escovação correta não é sobre força — é sobre técnica e regularidade. Escova de cerdas macias ou médias, movimentos suaves e circulares na margem gengival, sem pressionar. O objetivo é remover placa, não punir a gengiva.
Limpeza a cada
6 meses: simples,
rápida, essencial
Não existe escovação, por melhor que seja, que remova o tártaro. Tártaro é placa bacteriana que mineralizou e aderiu à superfície do dente — só o ultrassom profissional remove. E enquanto o tártaro está lá, inflamando a gengiva, nenhuma melhora é possível.
A limpeza profissional a cada 6 meses é a linha de defesa mais simples e eficaz contra a gengivite, a periodontite e o mau hálito. É rápida, indolor na maioria dos casos e custa uma fração do que qualquer tratamento posterior vai custar.
"Quem faz limpeza regular raramente precisa de tratamento periodontal complexo. A limpeza não é um luxo — é o básico que evita o pior."
— Dr. Luís Morato · Periodontista · Divinópolis MG
💡 A conta que vale a pena fazer
Do tártaro embaixo da gengiva
ao dente mole: entenda o que acontece
e o que é feito em cada etapa
do tratamento é
responsabilidade sua
O dentista faz a parte dele — limpa o tártaro, raspa as raízes, controla a infecção. Mas se você não mudar a escovação em casa, tudo volta. A doença periodontal não tem cura definitiva sem mudança de hábito. O tratamento não surte efeito sem a sua parte.
❌ Sem mudança de hábito
O tártaro volta. A inflamação volta. As bolsas aprofundam novamente. O dinheiro e o tempo investidos no tratamento se perdem. É como lavar um carro e continuar andando na lama.
✅ Com mudança de hábito
A gengiva fica saudável, as bolsas estabilizam, o osso para de ser destruído. O resultado do tratamento se mantém por anos. A maioria dos pacientes comprometidos mantém os dentes naturais por toda a vida.
"O dentista trata. O paciente mantém. Sem os dois juntos, o tratamento periodontal não funciona."
— Dr. Luís Morato · Periodontista · Divinópolis MG
Da placa bacteriana ao osso destruído —
um processo silencioso em 3 estágios
Tudo começa com algo invisível: a placa bacteriana. Em horas, forma-se sobre os dentes. Em dias sem limpeza, endurece e vira tártaro. O que vem depois é uma progressão que a maioria das pessoas nunca vê acontecer — até o dente começar a molar.
Gengiva Saudável
O sulco gengival — o pequeno espaço entre o dente e a gengiva — mede até 3mm. A gengiva é firme, rosada, não sangra. A placa bacteriana se forma naturalmente após as refeições, mas a escovação correta e o fio dental a removem antes de mineralizar.
Inflamação · Placa · Cálculo
A placa não removida mineraliza e vira cálculo dental (tártaro) — duro, aderido, impossível de remover com escova. Ele irrita a margem da gengiva continuamente, provocando inflamação: a gengiva fica vermelha, inchada e sangra ao escovar.
Neste estágio, a doença ainda está confinada à gengiva. Não há perda óssea. É completamente reversível com raspagem supragengival e orientação de higiene.
Bolsa Periodontal · Destruição Óssea
Sem tratamento, a inflamação aprofunda o sulco gengival — forma-se a bolsa periodontal. Neste ambiente fechado, sem oxigênio, bactérias anaeróbias muito mais agressivas colonizam a raiz abaixo da gengiva. A placa mineraliza em tártaro subgengival — invisível, intocável pela escova.
O sistema imune reage destruindo o osso alveolar ao redor da raiz. A perda óssea começa. O dente perde suporte. Esta destruição é irreversível — o osso perdido não regenera sozinho.
Perda Óssea Avançada · Bolsa Profunda · Dente Mole
A bolsa periodontal atinge profundidades de 6mm ou mais. O osso que sustentava o dente foi largamente destruído. O dente começa a bambar — a mobilidade dentária é o sinal clínico mais visível desta fase. A dor ao mastigar aparece. A gengiva pode retrair, expondo a raiz.
Tratado nesta fase, o dente ainda pode ser salvo com raspagem subgengival e, se necessário, cirurgia de acesso. Mas o prognóstico já é mais reservado — e depende diretamente da mudança de higiene do paciente.
Quando o dente se perde
Periodontite avançada + perda dentária =
desafio para o implante
Quando a periodontite avança ao ponto de levar à perda do dente, o osso alveolar ao redor do espaço vazio sofre reabsorção severa — acelerada pela própria doença. Nos primeiros meses, pode-se perder até 25% do volume ósseo. Em casos avançados, o comprometimento é ainda maior.
Isso torna a reposição por implante significativamente mais complexa: frequentemente é necessária uma cirurgia de enxerto ósseo antes de receber o implante — aumentando o tempo, o custo e os riscos do procedimento.
📉 O que acontece com o osso
Sem a raiz para estimular o osso, ele atrofia. A doença periodontal pré-existente acelera esse processo. Quanto maior o tempo sem substituição, menos osso disponível.
🔧 O que pode ser necessário
Enxerto ósseo antes do implante · Regeneração óssea guiada (ROG) · Maior tempo de espera · Custo mais elevado que a prevenção teria custado.
⚠️ Preste atenção nestes dois sinais
Mau hálito e sangramento da gengiva
são os primeiros sinais que a doença periodontal está começando
A maioria das pessoas ignora os dois — acha que o hálito é do estômago e que o sangramento é da escovação forte. Não é. São o seu corpo avisando que há bactérias inflamando a gengiva. Quanto mais cedo agir, mais simples o tratamento.
Leia a seguir por que o mau hálito quase sempre tem origem na gengiva — e não no estômago ↓
O mau hálito é o
primeiro aviso —
e não vem do estômago
Já no Estágio 1 — a gengivite — as bactérias acumuladas no tártaro começam a produzir gases sulfurados com odor intenso. É o primeiro sinal que os outros percebem antes de você. E quanto mais a doença avança para periodontite e as bolsas se aprofundam, mais intenso e constante fica o hálito.
Esse é o maior mito da saúde bucal no Brasil. A maioria das pessoas com halitose crônica vai ao gastroenterologista, ao otorrinolaringologista, toma remédio para o estômago — e o problema persiste. Porque a raiz está na boca, não no abdômen.
Segundo a Associação Brasileira de Halitose (ABHA), 90% dos casos de mau hálito têm origem bucal: gengivite, periodontite, saburra lingual e boca seca. Os problemas estomacais — refluxo e H. pylori — correspondem a menos de 5% dos casos.
Fonte: ABHA · Associação Brasileira de Halitose
Causas orais do mau hálito
❌ Mito desmontado
"Mau hálito vem do estômago" — menos de 5% dos casos têm origem digestiva. Refluxo e H. pylori causam hálito diferente do periodontal. Procurar gastro sem avaliar a gengiva antes é errar o caminho.
Você usa bochecho, pastilha, spray —
e o hálito continua ruim?
Provavelmente porque está tratando o sintoma, não a causa. Bochecho com clorexidina, sprays e pastilhas são paliativoss — cobrem o odor temporariamente, mas não eliminam as bactérias instaladas nas bolsas periodontais. A única solução definitiva é o tratamento periodontal.
O dente não cai do nada.
O suporte foi embora primeiro.
O dente é como um poste fincado no chão — quanto mais profundo o alicerce, mais firme ele fica. O "alicerce" do dente é o osso alveolar + o ligamento periodontal. À medida que a periodontite destrói o osso ao redor da raiz, o alicerce vai diminuindo. Com menos osso de suporte, o dente começa a se mover.
💡 A boa notícia: esse ciclo pode ser interrompido em qualquer fase. Quanto mais cedo o tratamento, menos osso perdido e maiores as chances de manter os dentes.
O que é feito em cada fase —
e quando a cirurgia é indicada
Antes de qualquer procedimento: exame periodontal completo com sondagem, radiografias e orientação personalizada de escovação. Sem isso, o resto não funciona. O paciente precisa aprender a escovar corretamente antes de começar o tratamento.
Remoção do tártaro acima da gengiva com ultrassom e instrumentos manuais. É a "limpeza" convencional — rápida, indolor na maioria dos casos, sem anestesia. Remove o tártaro visível e a placa da superfície dos dentes. Essencial mesmo em gengivite.
Remoção do tártaro abaixo da gengiva, dentro das bolsas periodontais. Feita com anestesia local — sem dor durante. Instrumentos especiais alcançam a raiz do dente e raspam o tártaro endurecido. A raiz é alisada para dificultar nova aderência de bactérias. Pode ser feita em 2 a 4 sessões dependendo da extensão.
Após a raspagem, o periodontista aguarda a cicatrização e reavalia. Se as bolsas fecharam e a gengiva está saudável — o tratamento clínico funcionou. Se há bolsas residuais profundas (≥ 6mm) onde a raspagem não alcançou — aí sim a cirurgia é considerada.
A cirurgia periodontal tem dois cenários principais:
Quem teve periodontite nunca para de fazer manutenção. A cada 3 a 6 meses (conforme o caso), o periodontista verifica as bolsas, faz limpeza profissional e reforça a orientação de higiene. Esse acompanhamento é o que mantém os dentes pelo resto da vida.
Quer saber em qual fase está e o que precisa ser feito no seu caso?
Agendar Avaliação PeriodontalQuando a infecção
desce ao osso
A periodontite — chamada popularmente de piorréia — é o estágio avançado da doença periodontal. A inflamação ultrapassou a gengiva e atingiu o ligamento periodontal e o osso alveolar. A bolsa periodontal se aprofunda. Bactérias anaeróbias proliferam abaixo da gengiva. O osso vai sendo destruído — lento, silencioso, irreversível.
O tratamento da periodontite controla a doença e impede o avanço. Mas a perda óssea já ocorrida raramente se recupera completamente sem cirurgia regenerativa. A conclusão é sempre a mesma: quanto mais cedo o diagnóstico, mais simples o tratamento e melhor o prognóstico.
Arrancou um dente
e não colocou
nada no lugar?
O estrago continua.
A perda de um dente sem substituição desencadeia uma cascata silenciosa de problemas que vai muito além da estética. O espaço vazio desequilibra toda a arcada — e esse desequilíbrio sobrecarrega os dentes restantes com forças que eles não foram projetados para suportar. É o que chamamos de trauma de oclusão.
O trauma de oclusão, por si só, não cria a doença periodontal. Mas quando há placa bacteriana e inflamação — o que é o caso na maioria dos pacientes que perderam dentes — ele se torna um co-destrutor: acelera a progressão da periodontite, amplifica a perda óssea e piora o prognóstico dos dentes vizinhos. Estudos da UNICAMP, Lindhe e Polson confirmam essa relação desde os anos 1970.
Quando um dente é extraído e não substituído, veja exatamente o que acontece com os dentes ao redor:
As setas mostram a migração dos dentes vizinhos e a extrusão do dente de cima em direção ao espaço vazio
Vista real da inclinação dos dentes adjacentes ao espaço deixado pelo dente perdido
Ranger ou apertar os dentes
também é trauma oclusal
O bruxismo — hábito de ranger ou apertar os dentes, geralmente durante o sono — aplica forças oclusais muito superiores às da mastigação normal. Age exatamente como o trauma oclusal secundário: em periodonto saudável, causa desgaste e mobilidade; em periodonto doente, acelera a destruição e compromete o resultado do tratamento periodontal.
O paciente com bruxismo e periodontite tem pior prognóstico e maior velocidade de perda óssea. O ajuste oclusal e a placa de proteção (goteira) fazem parte do plano de tratamento periodontal completo.
⚠️ Trauma de oclusão também causa recessão gengival
Forças oclusais excessivas — seja do bruxismo, seja de interferências por dentes faltando — podem causar recessão gengival em forma de "V" nos dentes sobrecarregados. A gengiva recua, a raiz fica exposta, a sensibilidade aumenta. Neste caso, o enxerto gengival deve ser precedido do controle do trauma oclusal — caso contrário, a recessão retorna.
Recessão gengival — a gengiva recua expondo a raiz. Pode ser causada ou agravada pelo trauma oclusal.
🦷 Perdeu um dente?
O implante é a única substituição que preserva o osso, estabiliza a oclusão e protege os dentes vizinhos.
Sua gengiva está pedindo socorro?
A doença periodontal raramente causa dor nas fases iniciais. Estes são os sinais que você não pode ignorar:
Periodontite:
causa número 1 de
perda de dentes em adultos
No mundo todo, a periodontite responde por 70% das perdas dentárias em adultos. Em países como Brasil, Espanha e Itália, a prevalência chega a ultrapassar 30% da população adulta. O problema é que a maioria não sabe que tem — porque não dói. Só o exame periodontal revela.
Fazer Exame PeriodontalQuem tem mais
risco de ter doença
periodontal?
A doença periodontal não é democrática. Há perfis de risco bem documentados pela ciência — e conhecê-los é o primeiro passo para a prevenção. Se você se encaixa em mais de um desses fatores, a consulta periodontal é urgente.
Sua gengiva tem
uma impressão digital bacteriana
A ciência moderna revela que a periodontite não é causada por bactérias "do mal" genéricas — mas por uma disbiose: o desequilíbrio entre bactérias saudáveis e patogênicas do microbioma oral. Mais de 700 espécies de bactérias habitam a boca. Nas bolsas periodontais de pacientes com periodontite, predominam bactérias anaeróbias gram-negativas altamente virulentas.
As principais: Porphyromonas gingivalis, Treponema denticola e Tannerella forsythia — o chamado "complexo vermelho" da periodontite. Essas bactérias produzem enzimas que destroem o colágeno do periodonto e escapam da resposta imune. O tratamento correto visa eliminar esses patógenos específicos, não apenas reduzir a placa de forma genérica.
Quando o acesso
cirúrgico é necessário
Nos casos em que a raspagem subgengival não alcança toda a extensão da raiz comprometida — geralmente bolsas periodontais ≥6mm — a cirurgia periodontal é indicada. O objetivo é o acesso direto à região afetada para limpeza profunda, remoção do tecido infectado e, quando possível, regeneração das estruturas perdidas.
As cirurgias são realizadas com anestesia local, são minimamente invasivas nas mãos certas, e a recuperação é tranquila. Em centros de referência como o Harley Street de Londres e as clínicas de periodontia de Paris e Roma, a abordagem é idêntica — os protocolos são os mesmos adotados aqui em Divinópolis.
Raiz exposta:
não é estética apenas.
É risco real.
A recessão gengival ocorre quando a gengiva recua, expondo a raiz do dente. Parece estética — mas é funcional: raízes expostas são altamente vulneráveis à hipersensibilidade, à cárie radicular e à progressão da perda de suporte. Ignorar é acelerar o problema.
O enxerto de tecido conjuntivo subepitelial é o padrão-ouro mundial para cobertura de raízes — adotado nas principais clínicas de periodontia de Paris, Roma, London e Madrid. A taxa de cobertura radicular é excelente em casos bem selecionados, com resultados estáveis e definitivos.
Os espaços escuros
que ninguém te explicou
Os "triângulos negros" — chamados em italiano de "triangolini neri tra i denti" e em inglês de "black triangles" — são os espaços escuros que aparecem entre os dentes na região da gengiva. Surgem quando a papila gengival (o triângulo rosado que preenche o espaço entre os dentes) se perde.
São causados por periodontite (perda de papila por destruição óssea), recessão gengival, apinhamento dentário ou tratamento ortodôntico que separou dentes mas não trouxe a gengiva junto. Além de estéticos, indicam perda de tecido real.
Em alguns casos, a reconstrução da papila gengival com enxerto de tecido conjuntivo ou técnicas de regeneração pode reduzir ou eliminar os triângulos negros. Cada caso é avaliado individualmente.
Muito gengiva
ao sorrir? Tem solução.
O sorriso gengival — chamado de "gummy smile" na literatura internacional e "sorriso gengivale" na Itália — ocorre quando há exposição excessiva da gengiva ao sorrir, geralmente acima de 3–4mm. É esteticamente incômodo para muitos pacientes, e a solução é cirúrgica, definitiva e transformadora.
A causa mais comum é a erupção passiva alterada (EPA): os dentes não completaram o processo de erupção e ficaram parcialmente cobertos por gengiva em excesso. O resultado são dentes que parecem curtos — quando na verdade são longos, apenas escondidos sob a gengiva. A cirurgia expõe a coroa real e remodela o osso quando necessário.
Avaliar meu Sorriso →O sorriso perfeito tem
harmonia entre branco e rosa
A ciência do sorriso reconhece dois componentes fundamentais: a estética branca (os dentes) e a estética rosa (a gengiva). Um sorriso bonito exige harmonia entre os dois. Gengiva desnivelada, retraída ou excessiva compromete o resultado estético mesmo quando os dentes são perfeitos.
A periodontia plástica e estética atua diretamente nesse equilíbrio — corrigindo o contorno, o volume e o nível da gengiva para criar uma moldura perfeita para os dentes. Em clínicas de referência em Londres (Harley Street), Paris e Roma, a cirurgia plástica periodontal está entre as mais solicitadas para harmonização do sorriso.
Sua boca não
é uma ilha. O corpo todo paga
pela periodontite.
A periodontite é uma infecção crônica. Bactérias periodontopatogênicas e seus subprodutos inflamatórios entram constantemente na corrente sanguínea através dos sulcos periodontais inflamados. Essa bacteremia crônica tem consequências sistêmicas documentadas pela ciência.
Estudos do King's College London (Centre for Host-Microbiome Interactions), da Universidade de Milão e da Universidade de Madrid convergem na mesma conclusão: tratar a gengiva é parte do tratamento do paciente inteiro — não apenas da boca.
O que você pensa que sabe
sobre gengiva — e o que a ciência diz
Falamos muito dos
problemas. Agora
veja as soluções.
Com mais de 26 anos de experiência e três especializações, o Dr. Luís Morato oferece em Divinópolis o que há de mais avançado em periodontia — do tratamento da gengivite à cirurgia plástica periodontal.
Tratamento da Gengivite
e Periodontite
Raspagem supra e subgengival, alisamento radicular (RAR), controle da doença periodontal. Gengiva saudável — sem dor, sem perda de dente.
Enxerto Gengival
— Raiz Exposta
Cobertura de raízes expostas com enxerto de tecido conjuntivo. Padrão-ouro mundial. Sensibilidade eliminada. Resultado estético e funcional definitivo.
Correção do Sorriso
Gengival (Gummy Smile)
Gengivectomia estética e alongamento coronário com remodelação óssea. Resultado definitivo e transformador — o sorriso que você sempre quis.
Cirurgia Periodontal
de Acesso
Quando a raspagem não alcança toda a raiz. Retalho cirúrgico para limpeza profunda, regeneração óssea guiada e enxertos em casos de perda óssea significativa.
Estética Gengival
Rosa Perfeita
Nivelamento gengival, despigmentação (gengiva escura), reconstrução de papila (triângulos negros). A moldura perfeita para o seu sorriso.
Manutenção Periodontal
— Dentes Para Sempre
Acompanhamento periódico a cada 3 a 6 meses. Controle das bolsas, limpeza profissional, reforço de higiene. O que mantém os resultados para o resto da vida.
Não sabe por onde começar?
Na primeira consulta, o Dr. Luís avalia, diagnostica e apresenta o plano completo — com valor exato, sem surpresas.
Agendar Consulta — (37) 3222-3777Sábados 09–12h · Urgências fins de semana e feriados · Divinópolis MG
Informe-se do valor da consulta
Sábados.
Urgências.
Sem fila.
Problemas gengivais não esperam. Se você está com sangramento persistente, dor ou inchaço na gengiva — ligue agora. Encaixamos urgências no mesmo dia.
O que esperar
da primeira consulta
Perguntas que
todo paciente tem medo
de fazer
Aqui respondemos as dúvidas reais — inclusive as difíceis. Se a sua não estiver aqui, mande mensagem pelo WhatsApp.
18 · Depoimentos de Pacientes
O que os pacientes
dizem sobre o tratamento
"Fui ao Dr. Luís com gengivite avançada e muito medo. Ele explicou tudo com calma antes de começar. Fiz a raspagem sem dor — e em algumas semanas minha gengiva estava completamente recuperada. Resultado incrível."
"Tinha duas raízes expostas com sensibilidade horrível ao frio. Fiz o enxerto gengival — dois dentes numa mesma cirurgia. Resultado: raízes cobertas, sensibilidade zerada, sorriso muito mais bonito. Mais de dois anos depois, tudo estável."
"Sempre fui insegura com meu sorriso — mostrava muita gengiva e achei que não tinha jeito. Fiz a correção do sorriso gengival com o Dr. Luís. O resultado foi transformador. Hoje sorrio sem pensar — sem me esconder."
Canal, implante, dentadura fixa —
tudo no mesmo consultório.
Tratamento de
Canal
Dor de dente, dente escurecido, abscesso? O canal salva o dente da extração. Endodontista UFMG.
Saiba mais →Implante
Dentário
Perdeu um dente? Implante unitário, ponte sobre implantes ou reabilitação total. Implantodontista UFMG.
Saiba mais →Dentadura
Fixa
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Amanhã pode
ser mais caro.
A periodontite piora com o tempo — e o custo do tratamento aumenta com a progressão da doença. Diagnosticada cedo, a solução é simples. Diagnosticada tarde, pode exigir cirurgias complexas ou implantes.
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